Dança do créu
Muito legal esse Maurício Ricardo, o cara saca demais.
Dêem uma olhada na Dança do créu que o cara fez.
Muito legal esse Maurício Ricardo, o cara saca demais.
Dêem uma olhada na Dança do créu que o cara fez.
COF !!! COF !!! COF !!!
Quanta poeira que tinha aqui. Depois de quase 6 meses sem nenhum post, olha eu aqui novamente.
Pois é, tenho que pedir desculpas a todos que me visitavam e não viam nada de novo no nosso café. Chegamos a uma precariedade de apenas 15 visitas diárias, dentre as quais umas 10 eram minhas. Obrigado a esses 5 aí, que mesmo sem nada de novo, ainda visitavam o antigo café.
Pois então, e para inaugurar minha nova página, nada melhor que uma roupa nova.
Prometo manter isso aqui mais atualizado, mesmo porque não estou tão apertado quanto antes, e mais, nessa próxima semana farei uma pequena cirurgia no joelho e estarei de cama, logo, muito tempo livre para postar aqui.
Abraços a todos e até breve.
LOW, LOW, LOW !!!
Fala galera.
Estive um pouco longe daqui, mas é que estou muito envolvido num projeto, então está me sobrando pouquíssimo tempo para postar. Mas prometo que tentarei postar ao menos um vez por dia, inclusive tenho alguns tutoriais que estão pela metade e assim que terminá-los postarei aqui.
Mas hoje em minha leitura diária, ví uma coisa que não poderia deixar de compartilhar com vocês. Saquem só o tanto que é interessante os 3 link’s abaixo. Todos eles são áudios que simulam uma situação real, como por exemplo ir cortar o cabelo.
É incrível, como ao ouvir os sons, sinto como se o cara estivesse colocando uma touca em minha cabeça. E o áudio do fósforo? Mais incrível ainda a sensação do cara indo para nossa frente com a caixinha de fósforo.
Confesso que cheguei a olhar para trás e para os lados para ver se não tinha ninguém comigo.
Os sons (coloque um fone para ficar mais real):
Esse efeito é obtido pela forma como o som é captado, com dois microfones nas posições de nossas orelhas. Assim, nosso cérebro calcula as diferenças de tempo que o som leva para chegar a cada ouvido e temos a ilusão de um som tridimensional.
Sempre que começava a escrever um (X)HTML, me perguntava se aquele nome que dei a uma determinada div estava correto, ou se aquele nome de classe realmente representa o seu propósito. Pois bem, encontrei dois artigos que me ajudaram a padronizar meus documentos.
Um deles propõe uma estrutura bem interessante e que é realmente considero correta.
Vamos supor que você tenha uma div que está no topo do site e você a chamou de header, e todo seu CSS foi criado usando este id.
Talvez no momento da concepção do projeto o cliente realmente gostaria de um topo legal no site, mas como sabemos, as coisas mudam muito rápido, e num determinado dia seu cliente te liga e diz que não quer mais aquele topo lá em cima, e sim na lateral, o site não tem mais topo. Daí você muda o seu CSS e aquele topo vai para a lateral. Pronto !!! Ótimo !!!
Nada disso. O site não tem mais topo, então porque manter esse id lá? Se você realmente está querendo fazer uma Web bem feita, você não vai gostar de ver uma barra lateral, com o id header. Então por que na hora de você criar seus documentos, você não usa isso:
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#branding
Used for a header or banner to brand the site.
#branding-logo
Used for a site logo
#branding-tagline
Used for a strapline or tagline to define the site’s purpose
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Legal né !!! Isso daí eu ví no primeiro artigo. Agora no segundo artigo, achei legal a criação dos arquivos CSS.
Sempre criava um único arquivo com todas minhas declarações lá dentro. Por mais que eu seja organizado, sempre tinha uma coisa desorganizada:-), um id no lugar errado, uma classe fora do lugar. Por que não criar arquivos separados? Criar um arquivo css para os forms e outro para o menu. Isso vai deixar o código mais organizado e mais fácil de manter. Você não acha?:-)
Mas não vamos nos esquecer que isso daí vale para organizar o conteúdo da página, e as seções de notícias e eventos por exemplo, devem ter id’s ou classes que realmente a representam, afinal, temos que manter a semântica em nossos documentos.
Até…